Escolha o seu grupo de vacinação

Calendário do prematuro

Bebês com menos de 37 semanas ou menos de 2,5kg ao nascer devem, com raras exceções, receber todas as vacinas rotineiramente recomendadas aos bebês nascidos a termo.

Apesar de estudos apontarem respostas imunes diminuídas em prematuros extremos, com menos de 29 semanas, e de muito baixo peso (menores de 1,5kg), muitos produzem imunidade suficiente para a prevenção de doenças, e apresentam boa tolerabilidade. Estes bebês, se estiverem medicamente estáveis não necessitando de tratamento constante e com boa evolução clínica, devem receber todas as vacinas preconizadas para a idade e com mesmos intervalos.

Somente aqueles hospitalizados, sob tratamento constante, com locais limitados para a aplicação de injeções e com pouca massa muscular disponível podem se beneficiar com um adiamento ou aumento dos intervalos entre as vacinações.

Consulte sue pediatra sobre o calendário vacinal do prematuro.

Esta vacina protege contra a tuberculose, especialmente contra as formas mais graves desta doença que são a tuberculose miliar e a meningite por tuberculose. Assim como oferece proteção cruzada contra a hanseníase.

Esquema vacinal:

Apenas 01 dose, que deve ser feita ao nascer e de preferência na maternidade.

Evolução da vacina:

De 1 a 4 semanas após aplicação da vacina a criança pode apresentar reações no local da aplicação, na seguinte ordem: pápula, podendo sair secreção, pode formar feridinha. Em torno da 12° semana forma-se uma cicatriz definitiva de forma circular. Este evento é esperado aproximadamente até o sexto mês de vida.

Atenção!

Se após seis meses da vacinação a criança ainda não apresentar cicatriz, consulte o pediatra. A vacina deverá ser feita novamente.

Reações adversas:

Locais, regionais ou sistêmicos, que na maioria das vezes são decorrentes do tipo de cepa utilizada, da quantidade de bacilos atenuados administrada, da técnica de aplicação e da presença de imunodepressão congênita ou adquirida.

Lesões locais e regionais (mais freqüentes):

-úlcera com diâmetro maior que 1 cm;

-abscesso subcutâneo frio;

-abscesso subcutâneo quente;

-linfadenopatia regional supurada;

-cicatriz quelóide;

-reações lupóide.

Contraindicações:

AIDS e outras imunodeficiências congênitas ou adquiridas. Fase aguda de infecções de pele generalizada.

A vacina BCG é contraindicada para Prematuros com peso inferior a 2.000g. Poderá ser realizada quando o RN atingir ou ultrapassar 2.000g.

Via de Administração: Intra Dérmica

Esta vacina protege contra a tuberculose, especialmente contra as formas mais graves desta doença que são a tuberculose miliar e a meningite por tuberculose. Assim como oferece proteção cruzada contra a hanseníase.

A Difteria

Também chamada de crupe, é uma doença infectocontagiosa que começa com uma infecção na garganta, podendo evoluir rapidamente causando problemas respiratórios, cardíacos, neurológicos e renais.

A transmissão acontece quando ocorre o contato direto de pessoa doente com pessoa suscetível, através de gotículas de secreção respiratórias (exaduto) eliminados por tosse, espirro ou ao falar e também por lesões em pele. O período de incubação da doença varia de um a seis dias.

O Tétano

É uma doença infecciosa não contagiosa causada pela Tetanospasmina, uma potente exotoxina, largamente encontrada na natureza sob a forma de esporo, sobretudo no solo e nas fezes de animais herbívoros. Também encontrado em águas putrefeitas, pregos e latas enferrujadas, plantas etc. A bactéria entra no corpo geralmente através de um corte ou ferida contaminada. Mesmos os pequenos cortes pode ser a fonte da infecção. A tetanospasmina se infiltra nos músculos e tecidos ao redor da lesão, causando espasmos musculares dolorosos, e pode frequentemente causar problemas respiratórios e morte.

O período de incubação: Tempo que decorre entre o aparecimento da ferida suspeitas e os primeiros sintomas que varia de um dia ao alguns meses, mas comumente é de três a vinte e um dias.

A Coqueluche (Pertussis)

É uma doença bacteriana altamente infecciosa e contagiosa que provoca quadros de tosses prolongadas seguidas frequentemente de vômitos. Este componente, quando é administrado sob a forma da vacina DTP clássica é responsável pelos principais eventos adversos desta vacina como febre alta, convulsões, etc. Trabalhamos apenas com a forma acelular da vacina, que garante proteção adequada com redução significativa destas reações adversas ( dTpa-R) .Sua principal transmissão se da pelo contato direto com indivíduos sintomáticos por meio das secreções do trato respiratório, quando este tosse ou espirra. As manifestações clássicas da coqueluche se dividem entre três fases sucessivas entre quatro a seis semanas. São elas: a catarral, a paroxística e a de convalescença. O diagnóstico é realizado, clinica e laboratorialmente, por meio de exames imunológicos, moleculares e microbiológicos.

Esquema Vacinal:

2, 4, 6 meses e com 1 ano e 3 meses.

Reações adversas:

Inchaço na coxa, Vermelhidão no local da aplicação, geralmente o local onde é aplicada a vacina fica bastante sensível, o bebê pode ficar bastante “chatinho” e choroso. Pode dar irritabilidade e febre alta. Em casos bastante raros, pode acontecer de o bebê ter convulsão febril após tomar a vacina pentavalente.

Hexavalente

Conjugada com difteria, tétano, poliomielite acelular, poliomielite inativada, haemophilus influenzae tipo b e hepatite B, todas em uma única aplicação.

Esquema Vacinal:

2 e 6 meses.

Reações adversas:

Inchaço na coxa, Vermelhidão no local da aplicação, geralmente o local onde é aplicada a vacina fica bastante sensível, o bebê pode ficar bastante “chatinho” e choroso, irritabilidade, febre alta, em casos bastante raros pode acontecer de o bebê ter convulsão febril após tomar a vacina pentavalente, reações anafiláticas, fadiga, tontura, dor de cabeça.

O vírus da poliomelite

É responsável pela paralisia infantil. No Brasil, o último caso de poliomielite causado pelo vírus selvagem foi em 1989. A vacina inativada (VIP) oferece proteção com segurança contra esta doença. A poliomielite é uma doença altamente contagiosa e potencialmente fatal. Os sintomas iniciais são: febre, cansaço, cefaleia (dor de cabeça), vômitos, rigidez de nuca e dor nos membros, contudo, cerca de 95% das infecções são assintomáticas.

Após 6 meses de idade ,a criança pode receber a pólio oral (VOP) nas campanhas oferecidas pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Dispomos da Vacina inativada (VIP), que oferece proteção e segurança.

Esquema Vacinal:

2 , 4 e 6 meses.

A criança deverá fazer 2 reforços, de acordo com o esquema a baixo:

1ano e 3 meses a 1ano e 6 meses

4 a 5 anos

Indivíduos que viajarão para áreas de risco: dose única de vacina contendo VIP

Todas as doses de VIP (Inativada) são injetáveis

Não usar vacina VOP em crianças hospitalizadas e imunodeficientes

Reações Adversas:

A vacina injetável pode causar eventos locais como dor e vermelhidão.

O Haemophilus influenzae do tipo B

É uma bactéria que causa infecção generalizada, pneumonia, meningite,celulite, pericardite, pneumonia, artrite e osteomielite etc. A vacina é a principal inimiga desta bactéria, pois nas doses recomendadas, impede que a criança desenvolva essas doenças invasivas.

A faixa etária de maior risco são crianças com menos de 05 anos de idade. A doença raramente acomete crianças com menos de três meses ou mais de cinco anos, e o impacto da doença é maior naquelas entre quatro e dezoito meses de vida.

Contraindicações:

Tanto para a vacina simples quanto para a vacina combinada, apenas as contraindicações gerais de todas as vacinas: alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina.

Esquema de doses:

Crianças a partir de 2 meses: três doses, aos 2, 4 e aos 6 meses de idade, e um reforço aos 15 meses de idade.

Indivíduos com riscos especiais: dose única.

Eventos Adversos:

São raros e geralmente locais. Podem ocorrer nas 24/48 horas seguintes à aplicação.

Via de Administração: Intramuscular

A Hepatite B é uma doença viral grave e altamente contagiosa que atinge o fígado, podendo causar além de diversas formas de hepatite, câncer de fígado e cirrose. A transmissão do vírus da hepatite B ocorre por diversas formas: via sexual, contato com sangue e outros líquidos corporais, transmissão da mãe para o bebê durante a gravidez, etc.

Esquema vacinal:

1ª dose ao nascer, de preferência ainda na maternidade, nas 12 primeiras horas de vida;

2ª dose com 2 meses após a 1ª;

3ª dose após 6 meses da 1ª dose.

A partir de 19 anos

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Dor, calor, vermelhidão, edema no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

Via de Administração: IM

Rotavírus é um vírus que causa doença gastrointestinal e é um dos principais responsáveis pelas diarréias nas crianças, que podem evoluir para uma desidratação grave. Existem duas vacinas aprovadas no Brasil: uma vacina monovalente G1P[8] e outra pentavalente ( G1P[5], G2P[5], G3P[5], G4P[5] e G6P[8] ) comercialmente chamada de Rotateq.

A vacina contra o rotavírus disponibilizada é a pentavalente que é uma vacina oral de vírus vivo.

Esquema vacinal:

1° dose aos 2 meses, podendo ser realizada até os 3 meses e 7 dias;

2° dose aos 4 meses, podendo ser realizada até os 5 meses e 15 dias;

3° dose aos seis meses, podendo ser realizada até os 7 meses e 29 dias;

Intervalo mínimo de 30 dias.

Se a criança cuspir não repete dose.

Não usar em crianças hospitalizadas.

O intervalo mínimo entre as doses deve ser de pelo menos 4 semanas e as idades para o inicio da primeira dose e da segunda devem ser respeitadas.

Via de Administração: Via Oral

Esta vacina também confere proteção contra Tétano, Difteria e Coqueluche, como forma de reforço para adolescentes e adultos e, especialmente, para as gestantes.

Esquema vacinal:

Crianças a partir de 10 anos de idade e adultos não vacinados com DTP, DTPa ou DT ou com histórico vacinal desconhecido: três doses com intervalo de dois meses entre elas, sendo uma dose de dTpa e as seguintes com dT ou toxóide tetânico TT. A partir daí, reforços a cada 10 anos com dTpa.

Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema vacinal incompleto: completar o esquema com uma ou duas doses, sendo uma só dose com dTpa e as demais com dT ou TT. Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema primário de três doses completo: reforços de 10 em 10 anos com uma dose de dTpa.

Reações comuns após a vacina:

Febre, dor, calor, edema e vermelhidão no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

A vacina anti-pneumocócica conjugada protege contra doenças pneumocócicas causadas peloStreptococcus pneumoniae ou pneumococo. Esta bactéria é uma das principais causas de doenças importantes como: Meningite, pneumonia, septicemia, otite média e sinusite. Qualquer pessoa pode contrair as doenças pneumocócicas em qualquer idade.

A vacina anti-pneumocócica 13 valente, conhecida também como Prevenar oferece maior cobertura contra doenças pneumocócicas invasivas, que inclui bacteremia (infecção da corrente sanguinea), meningite, pneumonia, otite. Alem de ter os sete sorotipos da Prevenar antiga (4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F e 23F), até então a única disponível no mercado, também protege contra outros seis (1,3,5,6A, 7F E 19A).

Atenção!

Crianças que fizeram esquema completo com a Prevenar 7v, recomenda-se uma quinta dose com a Prevenar 13V.

Esquema vacinal:

1ª dose aos 2 meses.

2ª dose aos 4 meses.

3ª dose aos 6 meses.

1° reforço aos 15 meses.

Se a criança começar a fazer a 1ª dose entre 7 e 11 meses, faz-se 3 doses com intervalo de 2 meses.

Se a criança começar a fazer a 1ª dose entre 12 e 23 meses, faz-se 2 doses com intervalo de 2 meses.

Se a criança fizer a 1ª dose com mais de 2 anos é dose única.


Entre 19 e 64 anos:

0(p13) – 6m(p23) – 5anos (p23)

Se começou com pneumocócica 23 faz:

0(p23) – 1ano(p13) – 6m(p23)

A partir de 65 anos:

0(p13) – 6m(p23) sem reforço

0(p23) – 1ano(p13) sem reforço

Reações comuns após a vacina:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas.

Atenção!

O risco de se adquirir a doença é maior em menores de 2 anos de idade.

Orientação:

Revacinar após 5 anos se houver queda nos níveis de anticorpos;

Adiar vacina se tiver em uso de corticoide por mais de 7 dias.

Vacina que protege contra infecções graves causadas pelo meningococos B. É uma doença aguda, de progressão rápida, ou até mesmo fulminante, com elevada taxa de letalidade e frequente ocorrência de complicações e sequelas.

Esquema vacinal em crianças:

Crianças menores de 6 meses - 3,5 e 7 meses de idade e um reforço entre 12 a 15 meses.

Crianças acima de 1 ano e adultos até 50 anos: 02 doses com intervalo de 60 dias entre elas.

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas. Ocasionalmente pode provocar cefaléia e tontura.

Contra indicações:

Indivíduos com trombocitopenia;

Distúrbio de coagulação;

Imunocomprometidos;

Alergia ao látex

ATENÇÃO: Contém Sacarose

Via de Administração: Intramuscular

A gripe é uma doença viral com sintomas mais fortes do que o resfriado, como, febre alta, dores no corpo e nas articulações, falta de apetite, dor de cabeça, tosse seca, nariz obstruído, cansaço extremo e espirros. Desde que disponível, a vacina influenza Quadrivalente é preferível à vacina influenza Trivalente por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina Quadri, utilizar a vacina Tri.

Atenção!

A melhor época para se vacinar é de março até junho, antes do inverno.

Esquema vacinal:

A vacina pode ser feita a partir de 6 meses e deve ser repetida anualmente. As crianças até 8 anos 11 meses e 29 dias que estão se vacinando pela 1ª vez contra gripe devem tomar 2ª dose após 1 mês e depois só anualmente.

Possíveis reações:

Dor local.

Contraindicação:

Alergia a gentamicina, formaldeído

Via de Administração: Intramuscular

Calendário da criança

A saúde e proteção dos pequenos são sempre uma preocupação e prioridade para os pais. De fato, é preciso atenção especial para a prevenção das doenças infecciosas e a vacinação é um grande aliado nessa missão.

Os avanços científicos têm permitido desenvolver uma variedade de vacinas contra problemas de saúde que vão desde a gripe e a catapora - que apesar de aparentemente simples causam grande desconforto e podem, nos casos mais graves, levar ao óbito - até os vários tipos de doenças mais invasivas, como a meningite, as hepatites A e B, o rotavírus, a rubéola, entre outras.

Todas as vacinas recomendadas pela Sociedade Brasileira de Imunizações e pela Sociedade Brasileira de Pediatria para crianças são eficazes, seguras e importantes.

Converse com seu pediatra sobre o calendário vacinal de seu filho.

Esta vacina protege contra a tuberculose, especialmente contra as formas mais graves desta doença que são a tuberculose miliar e a meningite por tuberculose. Assim como oferece proteção cruzada contra a hanseníase.

Esquema vacinal:

Apenas 01 dose, que deve ser feita ao nascer e de preferência na maternidade.

Evolução da vacina:

De 1 a 4 semanas após aplicação da vacina a criança pode apresentar reações no local da aplicação, na seguinte ordem: pápula, podendo sair secreção, pode formar feridinha. Em torno da 12° semana forma-se uma cicatriz definitiva de forma circular. Este evento é esperado aproximadamente até o sexto mês de vida.

Atenção!

Se após seis meses da vacinação a criança ainda não apresentar cicatriz, consulte o pediatra. A vacina deverá ser feita novamente.

Reações adversas:

Locais, regionais ou sistêmicos, que na maioria das vezes são decorrentes do tipo de cepa utilizada, da quantidade de bacilos atenuados administrada, da técnica de aplicação e da presença de imunodepressão congênita ou adquirida.

Lesões locais e regionais (mais freqüentes):

-úlcera com diâmetro maior que 1 cm;

-abscesso subcutâneo frio;

-abscesso subcutâneo quente;

-linfadenopatia regional supurada;

-cicatriz quelóide;

-reações lupóide.

Contraindicações:

AIDS e outras imunodeficiências congênitas ou adquiridas. Fase aguda de infecções de pele generalizada.

A vacina BCG é contraindicada para Prematuros com peso inferior a 2.000g. Poderá ser realizada quando o RN atingir ou ultrapassar 2.000g.

Via de Administração: Intra Dérmica

Esta vacina protege contra a tuberculose, especialmente contra as formas mais graves desta doença que são a tuberculose miliar e a meningite por tuberculose. Assim como oferece proteção cruzada contra a hanseníase.

A Difteria

Também chamada de crupe, é uma doença infectocontagiosa que começa com uma infecção na garganta, podendo evoluir rapidamente causando problemas respiratórios, cardíacos, neurológicos e renais.

A transmissão acontece quando ocorre o contato direto de pessoa doente com pessoa suscetível, através de gotículas de secreção respiratórias (exaduto) eliminados por tosse, espirro ou ao falar e também por lesões em pele. O período de incubação da doença varia de um a seis dias.

O Tétano

É uma doença infecciosa não contagiosa causada pela Tetanospasmina, uma potente exotoxina, largamente encontrada na natureza sob a forma de esporo, sobretudo no solo e nas fezes de animais herbívoros. Também encontrado em águas putrefeitas, pregos e latas enferrujadas, plantas etc. A bactéria entra no corpo geralmente através de um corte ou ferida contaminada. Mesmos os pequenos cortes pode ser a fonte da infecção. A tetanospasmina se infiltra nos músculos e tecidos ao redor da lesão, causando espasmos musculares dolorosos, e pode frequentemente causar problemas respiratórios e morte.

O período de incubação: Tempo que decorre entre o aparecimento da ferida suspeitas e os primeiros sintomas que varia de um dia ao alguns meses, mas comumente é de três a vinte e um dias.

A Coqueluche (Pertussis)

É uma doença bacteriana altamente infecciosa e contagiosa que provoca quadros de tosses prolongadas seguidas frequentemente de vômitos. Este componente, quando é administrado sob a forma da vacina DTP clássica é responsável pelos principais eventos adversos desta vacina como febre alta, convulsões, etc. Trabalhamos apenas com a forma acelular da vacina, que garante proteção adequada com redução significativa destas reações adversas ( dTpa-R) .Sua principal transmissão se da pelo contato direto com indivíduos sintomáticos por meio das secreções do trato respiratório, quando este tosse ou espirra. As manifestações clássicas da coqueluche se dividem entre três fases sucessivas entre quatro a seis semanas. São elas: a catarral, a paroxística e a de convalescença. O diagnóstico é realizado, clinica e laboratorialmente, por meio de exames imunológicos, moleculares e microbiológicos.

Esquema Vacinal:

2, 4, 6 meses e com 1 ano e 3 meses.

Reações adversas:

Inchaço na coxa, Vermelhidão no local da aplicação, geralmente o local onde é aplicada a vacina fica bastante sensível, o bebê pode ficar bastante “chatinho” e choroso. Pode dar irritabilidade e febre alta. Em casos bastante raros, pode acontecer de o bebê ter convulsão febril após tomar a vacina pentavalente.

Hexavalente

Conjugada com difteria, tétano, poliomielite acelular, poliomielite inativada, haemophilus influenzae tipo b e hepatite B, todas em uma única aplicação.

Esquema Vacinal:

2 e 6 meses.

Reações adversas:

Inchaço na coxa, Vermelhidão no local da aplicação, geralmente o local onde é aplicada a vacina fica bastante sensível, o bebê pode ficar bastante “chatinho” e choroso, irritabilidade, febre alta, em casos bastante raros pode acontecer de o bebê ter convulsão febril após tomar a vacina pentavalente, reações anafiláticas, fadiga, tontura, dor de cabeça.

O vírus da poliomelite

É responsável pela paralisia infantil. No Brasil, o último caso de poliomielite causado pelo vírus selvagem foi em 1989. A vacina inativada (VIP) oferece proteção com segurança contra esta doença. A poliomielite é uma doença altamente contagiosa e potencialmente fatal. Os sintomas iniciais são: febre, cansaço, cefaleia (dor de cabeça), vômitos, rigidez de nuca e dor nos membros, contudo, cerca de 95% das infecções são assintomáticas.

Após 6 meses de idade ,a criança pode receber a pólio oral (VOP) nas campanhas oferecidas pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Dispomos da Vacina inativada (VIP), que oferece proteção e segurança.

Esquema Vacinal:

2 , 4 e 6 meses.

A criança deverá fazer 2 reforços, de acordo com o esquema a baixo:

1ano e 3 meses a 1ano e 6 meses

4 a 5 anos

Indivíduos que viajarão para áreas de risco: dose única de vacina contendo VIP

Todas as doses de VIP (Inativada) são injetáveis

Não usar vacina VOP em crianças hospitalizadas e imunodeficientes

Reações Adversas:

A vacina injetável pode causar eventos locais como dor e vermelhidão.

O Haemophilus influenzae do tipo B

É uma bactéria que causa infecção generalizada, pneumonia, meningite,celulite, pericardite, pneumonia, artrite e osteomielite etc. A vacina é a principal inimiga desta bactéria, pois nas doses recomendadas, impede que a criança desenvolva essas doenças invasivas.

A faixa etária de maior risco são crianças com menos de 05 anos de idade. A doença raramente acomete crianças com menos de três meses ou mais de cinco anos, e o impacto da doença é maior naquelas entre quatro e dezoito meses de vida.

Contraindicações:

Tanto para a vacina simples quanto para a vacina combinada, apenas as contraindicações gerais de todas as vacinas: alergia grave (anafilaxia) a um dos componentes da vacina.

Esquema de doses:

Crianças a partir de 2 meses: três doses, aos 2, 4 e aos 6 meses de idade, e um reforço aos 15 meses de idade.

Indivíduos com riscos especiais: dose única.

Eventos Adversos:

São raros e geralmente locais. Podem ocorrer nas 24/48 horas seguintes à aplicação.

Via de Administração: Intramuscular

A febre Amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus da família Flaviviridae. A transmissão se dá pela picada de mosquitos infectados. Uma pessoa não pode transmitir febre amarela para outra.

O período máximo de incubação descrito é de 15 dias, mas em geral de 3 a 6 dias. Seis dias, inclusive, é o período de quarentena que indivíduos não vacinados devem permanecer quando viajam para países onde a vacina é exigida, segundo o Regulamento Sanitário Internacional. A suscetibilidade à doença é universal e a infecção natural promove resposta imune duradoura, provavelmente até o fim da vida.

Esquema vacinal:

A partir de 9 meses com dose única a cada 10 anos. A partir de 2016, segundo a OMS, não necessitará mais de reforço de 10 em 10 anos. Apenas uma dose da vacina contra a febre amarela será valida por toda vida.

Observações adicionais:

A vacina é indicada para habitantes de areas endêmicas de febre amarela e para as pessoas que vão viajar ou mudar-se para essas regiões. Assim como, para atender às exigências de determinadas viagens internacionais.

Vacina contra-indicada para imunodeprimidos e gestantes, exceto quando os riscos de adquirir a doença superem os riscos potenciais da vacinação.

Atenção!

Vacinar pelo menos 10 dias antes da viagem.

Contraindicações e precauções

Crianças abaixo de 6 meses de idade.

Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório.

Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.

Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.

Mulheres amamentando crianças abaixo de 6 meses de idade. Se a vacinação não puder ser adiada até o bebê completar 6 meses, a mãe deve realizar, antes da vacinação, a ordenha do leite e manter congelado por 28 dias, em freezer ou congelador, para uso durante 28 dias (no mínimo 15 dias), período em que há risco de transmitir o vírus vacinal pelo leite e contaminar o bebê.

Pacientes submetidos a transplante de órgãos.

Pacientes com câncer.

Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).

Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).

Em princípio há contraindicação para gestantes, mas a administração deve ser analisada de acordo com o grau de risco, por exemplo, na vigência de surtos. A vacinação de indivíduos a partir de 60 anos deve ser evitada, a menos que haja alto risco de infecção.

Via de Administração: SubCutânea

A Hepatite A é uma inflamação do fígado, comprometendo sua função. Sua transmissão ocorre por via fecal-oral. O vírus pode ser disseminado pelas mãos de pessoas infectadas, por contato direto, pela manipulação de objetos contaminados e especialmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados. A vacina contra Hepatite A é indicada para crianças a partir de um ano, adolescentes e adultos.

QUEM TEVE A DOENÇA NÃO PRECISA TOMAR A VACINA

Esquema vacinal:

Pediátrico:

1 a 18 anos 0,5ml

Adulto:

A partir de 19 anos -1 ml

Esquema:

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas.

Via de Administração: Intramusuclar

A Hepatite B é uma doença viral grave e altamente contagiosa que atinge o fígado, podendo causar além de diversas formas de hepatite, câncer de fígado e cirrose. A transmissão do vírus da hepatite B ocorre por diversas formas: via sexual, contato com sangue e outros líquidos corporais, transmissão da mãe para o bebê durante a gravidez, etc.

Esquema vacinal:

1ª dose ao nascer, de preferência ainda na maternidade, nas 12 primeiras horas de vida;

2ª dose com 2 meses após a 1ª;

3ª dose após 6 meses da 1ª dose.

A partir de 19 anos

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Dor, calor, vermelhidão, edema no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

Via de Administração: IM

O condiloma acuminado é uma lesão na região genital, causada pelo Papilomavirus Humano (HPV). A doença é também conhecida como crista de galo, figueira ou cavalo de crista. O HPV provoca verrugas, com aspecto de couve-flor e de tamanhos variáveis, nos órgãos genitais. Pode ainda estar relacionado ao aparecimento de alguns tipos de câncer (Os vírus de alto risco, com maior probabilidade de provocar lesões persistentes e estar associados a lesões pré-cancerosas são os tipos 16, 18, 31, 33, 45, 58 e outros. Já os HPV de tipo 6 e 11, encontrados na maioria das verrugas genitais), principalmente no colo do útero, mas também no pênis ou no ânus. Porém, nem todo caso de infecção pelo HPV irá causar câncer. Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos (que poderão ser detectados no organismo), mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus. Indivíduos mesmo que previamente infectados podem fazer a vacina, homens e mulheres com idade fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacina, ficando a critério do médico.

A vacina para HPV é contra indicada para gestantes.

Existem 02 vacinas disponíveis para prevenção do HPV:

A vacina quadrivalente, que protege contra os sorotipos 6, 11, 16 e 18 responsáveis pelo aparecimento de verrugas genitais e câncer do colo do útero, vagina, vulva boca e ânus.

É recomendada para homens e mulheres entre 9 a 45 anos de idade.

Esquema vacinal:

1ª dose a data que escolher;

2ª dose 2 meses a pós a 1ª;

3ª dose 6 meses após a 1ª dose.


E a vacina bivalente, que imuniza para os sorotipos 16 e 18, causadores câncer do colo do útero, vagina, vulva, boca e ânus.

É recomendada para mulheres a partir dos 9 anos e sem idade limite.

Esquema vacinal:

1ª dose a data que escolher;

2ª dose 1 meses a pós a 1ª;

3ª dose 6 meses após a 1ª dose.

Possíveis reações:

Dor, vermelhidão e inchaço no local da aplicação.

A gripe é uma doença viral com sintomas mais fortes do que o resfriado, como, febre alta, dores no corpo e nas articulações, falta de apetite, dor de cabeça, tosse seca, nariz obstruído, cansaço extremo e espirros. Desde que disponível, a vacina influenza Quadrivalente é preferível à vacina influenza Trivalente por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina Quadri, utilizar a vacina Tri.

Atenção!

A melhor época para se vacinar é de março até junho, antes do inverno.

Esquema vacinal:

A vacina pode ser feita a partir de 6 meses e deve ser repetida anualmente. As crianças até 8 anos 11 meses e 29 dias que estão se vacinando pela 1ª vez contra gripe devem tomar 2ª dose após 1 mês e depois só anualmente.

Possíveis reações:

Dor local.

Contraindicação:

Alergia a gentamicina, formaldeído

Via de Administração: Intramuscular

Vacina que protege contra infecções graves causadas pelos meningococos tipo A, C, W e Y.

Esquema vacinal:

A vacina meningocócica ACWY conjugada (comercialmente chamada MENVEO) está licenciada no Brasil para uso a partir de 2 meses de idade.

A vacina meningocócica ACWY (comercialmente chamada de NIMERIX) está licenciada a partir de 12 meses de idade.

No 1° ano de vida: 3 doses para os lactentes que iniciam a vacinação entre 2, 4 e 6 meses de idade, com intrervalos pelo menos de 60 dias, e uma quarta dose no segundo ano de vida, entre 12 e 15 meses.

Para aqueles entre 7 e 23 meses de idade não vacinados previamente, o esquema vacinal são 02 doses, com a segunda dose administrada a partir dos 12 meses de idade e com 60 dias de intervalo entre uma e outra dose. A recomendação de reforço com 5 a 6 anos depois e na adolescência (a partir dos 11 anos de idade).

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas. Mais raramente podem ocasionar cefaléia e tontura.

Via de Administração: Intramuscular

Rotavírus é um vírus que causa doença gastrointestinal e é um dos principais responsáveis pelas diarréias nas crianças, que podem evoluir para uma desidratação grave. Existem duas vacinas aprovadas no Brasil: uma vacina monovalente G1P[8] e outra pentavalente ( G1P[5], G2P[5], G3P[5], G4P[5] e G6P[8] ) comercialmente chamada de Rotateq.

A vacina contra o rotavírus disponibilizada é a pentavalente que é uma vacina oral de vírus vivo.

Esquema vacinal:

1° dose aos 2 meses, podendo ser realizada até os 3 meses e 7 dias;

2° dose aos 4 meses, podendo ser realizada até os 5 meses e 15 dias;

3° dose aos seis meses, podendo ser realizada até os 7 meses e 29 dias;

Intervalo mínimo de 30 dias.

Se a criança cuspir não repete dose.

Não usar em crianças hospitalizadas.

O intervalo mínimo entre as doses deve ser de pelo menos 4 semanas e as idades para o inicio da primeira dose e da segunda devem ser respeitadas.

Via de Administração: Via Oral

Sarampo

É uma doença viral infecto-contagiosa transmitida por via respiratória. Apesar de controlada no Brasil esta doença ainda é uma das causas mais freqüentes de óbitos em crianças em países onde a vacinação não é satisfatória. A relevância da doença é maior quando atinge mães em períodos de amamentação, crianças desnutridas e adultos. O tratamento não é específico para o sarampo e sim para os seus sintomas.

Caxumba

Também chamada de papeira ou parotidite é uma infecção viral das glândulas salivares, sublinguais ou submandibulares que se caracteriza por febre, dor e inchação das glândulas da região lateral do pescoço.

Rubéola

É uma doença infecciosa imunoprevinível de transmissão respiratória que se caracteriza por febre, manchas avermelhadas entre outros sinais e sintomas. Durante a gravidez, a infecção pelo vírus da rubéola pode resultar em consequências para o feto e RN como aborto, parto prematuro ou mal-formações congênitas.

Esquema vacinal:

1ª dose com 1 ano;

2ª dose de 4 a 6 anos.

Possíveis reações:

Febre a partir do 5° dia e pode perdurar por 02 ou 03 dias e o aparecimento de manchas vermelhas em pequena quantidade ocorrendo de 5 a 20 dias após a vacinação.

Sarampo

A varicela é uma doença infecciosa cujo sintoma característico é o aparecimento de pequenas bolhas que apresentam prurido importante, febre e sintomas gerais como náuseas e vômitos. A maioria das crianças tem entre 250 e 500 lesões, podendo chegar a 2000. Estas lesões formam crostas e permanecem por 1 a 2 semanas. Na criança saudável, a varicela é geralmente uma doença benigna, entretanto, podem ocorrer complicações infecciosas secundárias da pele e formas graves da doença. A vacina contra varicela pode ser administrada em crianças a partir de 1 ano, adolescentes e adultos que não tiveram a doença.

Esquema vacinal em crianças:

1ª dose com 1 ano;

2ª dose aos 15 meses;

Esquema vacinal em Adultos:

Duas doses. A 2° dose com 60 dias após a primeira.

Possíveis reações:

Dor local, Febre e bolhas em pequenas quantidades do 5° ao 20° dia após a vacinação.

Vacina que protege contra infecções graves causadas pelo meningococos B. É uma doença aguda, de progressão rápida, ou até mesmo fulminante, com elevada taxa de letalidade e frequente ocorrência de complicações e sequelas.

Esquema vacinal em crianças:

Crianças menores de 6 meses - 3,5 e 7 meses de idade e um reforço entre 12 a 15 meses.

Crianças acima de 1 ano e adultos até 50 anos: 02 doses com intervalo de 60 dias entre elas.

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas. Ocasionalmente pode provocar cefaléia e tontura.

Contra indicações:

Indivíduos com trombocitopenia;

Distúrbio de coagulação;

Imunocomprometidos;

Alergia ao látex

ATENÇÃO: Contém Sacarose

Via de Administração: Intramuscular

A Dengue é uma doença infecciosa causada por um arbovírus (existem quatro tipos diferentes de vírus do dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4) mantendo-se na natureza pela multiplicação em mosquitos hematófagos do gênero Aedes. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. Evolui como uma doença febril aguda, que pode apresentar um amplo espectro clínico: enquanto a maioria dos pacientes se recuperam, uma pequena parte progride para doença grave.

INDICAÇÃO

Indivíduos de 9 a 45 anos de idade.

ESQUEMA VACINAL

3 doses – 0,6 e 12 meses.

POSSÍVEIS REAÇÕES

Cefaléia, mialgia, astenia, febre , dor, calor e rubor no local de aplicação.

CONTRA INDICAÇÕES

São alérgicas (hipersensíveis) aos princípios ativos ou qualquer outro ingrediente de Dengvaxia®;

Têm um sistema imunológico enfraquecido, por exemplo, devido a um problema genético, infecção por HIV ou terapias que afetam o sistema imunológico (por exemplo, altas doses de corticosteroides, quimioterapia ou radioterapia). As condições que podem afetar o sistema imune incluem Leucemia, Linfoma ou outra doença Neoplásica maligna que afete a Medula Óssea ou Sistema Linfático;

Estão grávidas;

Estão amamentando;

Tratamento imunossupressor (20mg ou 2mg/kg de peso corpóreo de prednisona ou equivalente por 2 semanas ou mais;

Está recebendo tratamento com imunoglobulinas ou produtos hemoderivados contendo imunoglobulinas, tais como sangue ou plasma, aguardar 3 meses.

A vacina deve ser adiada na vigência de quadros febris ou doença aguda moderada ou grave.

A vacina anti-pneumocócica conjugada protege contra doenças pneumocócicas causadas peloStreptococcus pneumoniae ou pneumococo. Esta bactéria é uma das principais causas de doenças importantes como: Meningite, pneumonia, septicemia, otite média e sinusite. Qualquer pessoa pode contrair as doenças pneumocócicas em qualquer idade.

A vacina anti-pneumocócica 13 valente, conhecida também como Prevenar oferece maior cobertura contra doenças pneumocócicas invasivas, que inclui bacteremia (infecção da corrente sanguinea), meningite, pneumonia, otite. Alem de ter os sete sorotipos da Prevenar antiga (4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F e 23F), até então a única disponível no mercado, também protege contra outros seis (1,3,5,6A, 7F E 19A).

Atenção!

Crianças que fizeram esquema completo com a Prevenar 7v, recomenda-se uma quinta dose com a Prevenar 13V.

Esquema vacinal:

1ª dose aos 2 meses.

2ª dose aos 4 meses.

3ª dose aos 6 meses.

1° reforço aos 15 meses.

Se a criança começar a fazer a 1ª dose entre 7 e 11 meses, faz-se 3 doses com intervalo de 2 meses.

Se a criança começar a fazer a 1ª dose entre 12 e 23 meses, faz-se 2 doses com intervalo de 2 meses.

Se a criança fizer a 1ª dose com mais de 2 anos é dose única.


Entre 19 e 64 anos:

0(p13) – 6m(p23) – 5anos (p23)

Se começou com pneumocócica 23 faz:

0(p23) – 1ano(p13) – 6m(p23)

A partir de 65 anos:

0(p13) – 6m(p23) sem reforço

0(p23) – 1ano(p13) sem reforço

Reações comuns após a vacina:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas.

Atenção!

O risco de se adquirir a doença é maior em menores de 2 anos de idade.

Orientação:

Revacinar após 5 anos se houver queda nos níveis de anticorpos;

Adiar vacina se tiver em uso de corticoide por mais de 7 dias.

Esta vacina também confere proteção contra Tétano, Difteria e Coqueluche, como forma de reforço para adolescentes e adultos e, especialmente, para as gestantes.

Esquema vacinal:

Crianças a partir de 10 anos de idade e adultos não vacinados com DTP, DTPa ou DT ou com histórico vacinal desconhecido: três doses com intervalo de dois meses entre elas, sendo uma dose de dTpa e as seguintes com dT ou toxóide tetânico TT. A partir daí, reforços a cada 10 anos com dTpa.

Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema vacinal incompleto: completar o esquema com uma ou duas doses, sendo uma só dose com dTpa e as demais com dT ou TT. Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema primário de três doses completo: reforços de 10 em 10 anos com uma dose de dTpa.

Reações comuns após a vacina:

Febre, dor, calor, edema e vermelhidão no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

Calendário do adolescente

A adolescência e juventude são fases da vida em que estamos, particularmente, mais expostos a determinados fatores que favorecem a aquisição e disseminação de doenças, devido a hábitos e comportamentos próprios dessa fase: atividade sexual com múltiplos parceiros, acidentes, viagens, etc. Somado a isso, ainda há pouca cultura de vacinação dirigida a esse público.

Sendo assim, é fundamental atualizar o calendário vacinal dos adolescentes e jovens; principalmente porque muitas vacinas, que estão disponíveis hoje, não existiam há anos atrás, quando este adolescente era criança. Entre elas, destacam-se a vacina contra hepatite A e B e a vacina contra HPV.

Além disso, alguns reforços são necessários durante a adolescência.

A febre Amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus da família Flaviviridae. A transmissão se dá pela picada de mosquitos infectados. Uma pessoa não pode transmitir febre amarela para outra.

O período máximo de incubação descrito é de 15 dias, mas em geral de 3 a 6 dias. Seis dias, inclusive, é o período de quarentena que indivíduos não vacinados devem permanecer quando viajam para países onde a vacina é exigida, segundo o Regulamento Sanitário Internacional. A suscetibilidade à doença é universal e a infecção natural promove resposta imune duradoura, provavelmente até o fim da vida.

Esquema vacinal:

A partir de 9 meses com dose única a cada 10 anos. A partir de 2016, segundo a OMS, não necessitará mais de reforço de 10 em 10 anos. Apenas uma dose da vacina contra a febre amarela será valida por toda vida.

Observações adicionais:

A vacina é indicada para habitantes de areas endêmicas de febre amarela e para as pessoas que vão viajar ou mudar-se para essas regiões. Assim como, para atender às exigências de determinadas viagens internacionais.

Vacina contra-indicada para imunodeprimidos e gestantes, exceto quando os riscos de adquirir a doença superem os riscos potenciais da vacinação.

Atenção!

Vacinar pelo menos 10 dias antes da viagem.

Contraindicações e precauções

Crianças abaixo de 6 meses de idade.

Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório.

Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.

Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.

Mulheres amamentando crianças abaixo de 6 meses de idade. Se a vacinação não puder ser adiada até o bebê completar 6 meses, a mãe deve realizar, antes da vacinação, a ordenha do leite e manter congelado por 28 dias, em freezer ou congelador, para uso durante 28 dias (no mínimo 15 dias), período em que há risco de transmitir o vírus vacinal pelo leite e contaminar o bebê.

Pacientes submetidos a transplante de órgãos.

Pacientes com câncer.

Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).

Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).

Em princípio há contraindicação para gestantes, mas a administração deve ser analisada de acordo com o grau de risco, por exemplo, na vigência de surtos. A vacinação de indivíduos a partir de 60 anos deve ser evitada, a menos que haja alto risco de infecção.

Via de Administração: SubCutânea

A Hepatite A é uma inflamação do fígado, comprometendo sua função. Sua transmissão ocorre por via fecal-oral. O vírus pode ser disseminado pelas mãos de pessoas infectadas, por contato direto, pela manipulação de objetos contaminados e especialmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados. A vacina contra Hepatite A é indicada para crianças a partir de um ano, adolescentes e adultos.

QUEM TEVE A DOENÇA NÃO PRECISA TOMAR A VACINA

Esquema vacinal:

Pediátrico:

1 a 18 anos 0,5ml

Adulto:

A partir de 19 anos -1 ml

Esquema:

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas.

Via de Administração: Intramusuclar

A Hepatite B é uma doença viral grave e altamente contagiosa que atinge o fígado, podendo causar além de diversas formas de hepatite, câncer de fígado e cirrose. A transmissão do vírus da hepatite B ocorre por diversas formas: via sexual, contato com sangue e outros líquidos corporais, transmissão da mãe para o bebê durante a gravidez, etc.

Esquema vacinal:

1ª dose ao nascer, de preferência ainda na maternidade, nas 12 primeiras horas de vida;

2ª dose com 2 meses após a 1ª;

3ª dose após 6 meses da 1ª dose.

A partir de 19 anos

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Dor, calor, vermelhidão, edema no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

Via de Administração: IM

O condiloma acuminado é uma lesão na região genital, causada pelo Papilomavirus Humano (HPV). A doença é também conhecida como crista de galo, figueira ou cavalo de crista. O HPV provoca verrugas, com aspecto de couve-flor e de tamanhos variáveis, nos órgãos genitais. Pode ainda estar relacionado ao aparecimento de alguns tipos de câncer (Os vírus de alto risco, com maior probabilidade de provocar lesões persistentes e estar associados a lesões pré-cancerosas são os tipos 16, 18, 31, 33, 45, 58 e outros. Já os HPV de tipo 6 e 11, encontrados na maioria das verrugas genitais), principalmente no colo do útero, mas também no pênis ou no ânus. Porém, nem todo caso de infecção pelo HPV irá causar câncer. Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos (que poderão ser detectados no organismo), mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus. Indivíduos mesmo que previamente infectados podem fazer a vacina, homens e mulheres com idade fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacina, ficando a critério do médico.

A vacina para HPV é contra indicada para gestantes.

Existem 02 vacinas disponíveis para prevenção do HPV:

A vacina quadrivalente, que protege contra os sorotipos 6, 11, 16 e 18 responsáveis pelo aparecimento de verrugas genitais e câncer do colo do útero, vagina, vulva boca e ânus.

É recomendada para homens e mulheres entre 9 a 45 anos de idade.

Esquema vacinal:

1ª dose a data que escolher;

2ª dose 2 meses a pós a 1ª;

3ª dose 6 meses após a 1ª dose.


E a vacina bivalente, que imuniza para os sorotipos 16 e 18, causadores câncer do colo do útero, vagina, vulva, boca e ânus.

É recomendada para mulheres a partir dos 9 anos e sem idade limite.

Esquema vacinal:

1ª dose a data que escolher;

2ª dose 1 meses a pós a 1ª;

3ª dose 6 meses após a 1ª dose.

Possíveis reações:

Dor, vermelhidão e inchaço no local da aplicação.

A gripe é uma doença viral com sintomas mais fortes do que o resfriado, como, febre alta, dores no corpo e nas articulações, falta de apetite, dor de cabeça, tosse seca, nariz obstruído, cansaço extremo e espirros. Desde que disponível, a vacina influenza Quadrivalente é preferível à vacina influenza Trivalente por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina Quadri, utilizar a vacina Tri.

Atenção!

A melhor época para se vacinar é de março até junho, antes do inverno.

Esquema vacinal:

A vacina pode ser feita a partir de 6 meses e deve ser repetida anualmente. As crianças até 8 anos 11 meses e 29 dias que estão se vacinando pela 1ª vez contra gripe devem tomar 2ª dose após 1 mês e depois só anualmente.

Possíveis reações:

Dor local.

Contraindicação:

Alergia a gentamicina, formaldeído

Via de Administração: Intramuscular

Vacina que protege contra infecções graves causadas pelos meningococos tipo A, C, W e Y.

Esquema vacinal:

A vacina meningocócica ACWY conjugada (comercialmente chamada MENVEO) está licenciada no Brasil para uso a partir de 2 meses de idade.

A vacina meningocócica ACWY (comercialmente chamada de NIMERIX) está licenciada a partir de 12 meses de idade.

No 1° ano de vida: 3 doses para os lactentes que iniciam a vacinação entre 2, 4 e 6 meses de idade, com intrervalos pelo menos de 60 dias, e uma quarta dose no segundo ano de vida, entre 12 e 15 meses.

Para aqueles entre 7 e 23 meses de idade não vacinados previamente, o esquema vacinal são 02 doses, com a segunda dose administrada a partir dos 12 meses de idade e com 60 dias de intervalo entre uma e outra dose. A recomendação de reforço com 5 a 6 anos depois e na adolescência (a partir dos 11 anos de idade).

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas. Mais raramente podem ocasionar cefaléia e tontura.

Via de Administração: Intramuscular

Sarampo

É uma doença viral infecto-contagiosa transmitida por via respiratória. Apesar de controlada no Brasil esta doença ainda é uma das causas mais freqüentes de óbitos em crianças em países onde a vacinação não é satisfatória. A relevância da doença é maior quando atinge mães em períodos de amamentação, crianças desnutridas e adultos. O tratamento não é específico para o sarampo e sim para os seus sintomas.

Caxumba

Também chamada de papeira ou parotidite é uma infecção viral das glândulas salivares, sublinguais ou submandibulares que se caracteriza por febre, dor e inchação das glândulas da região lateral do pescoço.

Rubéola

É uma doença infecciosa imunoprevinível de transmissão respiratória que se caracteriza por febre, manchas avermelhadas entre outros sinais e sintomas. Durante a gravidez, a infecção pelo vírus da rubéola pode resultar em consequências para o feto e RN como aborto, parto prematuro ou mal-formações congênitas.

Esquema vacinal:

1ª dose com 1 ano;

2ª dose de 4 a 6 anos.

Possíveis reações:

Febre a partir do 5° dia e pode perdurar por 02 ou 03 dias e o aparecimento de manchas vermelhas em pequena quantidade ocorrendo de 5 a 20 dias após a vacinação.

Sarampo

A varicela é uma doença infecciosa cujo sintoma característico é o aparecimento de pequenas bolhas que apresentam prurido importante, febre e sintomas gerais como náuseas e vômitos. A maioria das crianças tem entre 250 e 500 lesões, podendo chegar a 2000. Estas lesões formam crostas e permanecem por 1 a 2 semanas. Na criança saudável, a varicela é geralmente uma doença benigna, entretanto, podem ocorrer complicações infecciosas secundárias da pele e formas graves da doença. A vacina contra varicela pode ser administrada em crianças a partir de 1 ano, adolescentes e adultos que não tiveram a doença.

Esquema vacinal em crianças:

1ª dose com 1 ano;

2ª dose aos 15 meses;

Esquema vacinal em Adultos:

Duas doses. A 2° dose com 60 dias após a primeira.

Possíveis reações:

Dor local, Febre e bolhas em pequenas quantidades do 5° ao 20° dia após a vacinação.

Vacina que protege contra infecções graves causadas pelo meningococos B. É uma doença aguda, de progressão rápida, ou até mesmo fulminante, com elevada taxa de letalidade e frequente ocorrência de complicações e sequelas.

Esquema vacinal em crianças:

Crianças menores de 6 meses - 3,5 e 7 meses de idade e um reforço entre 12 a 15 meses.

Crianças acima de 1 ano e adultos até 50 anos: 02 doses com intervalo de 60 dias entre elas.

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas. Ocasionalmente pode provocar cefaléia e tontura.

Contra indicações:

Indivíduos com trombocitopenia;

Distúrbio de coagulação;

Imunocomprometidos;

Alergia ao látex

ATENÇÃO: Contém Sacarose

Via de Administração: Intramuscular

A Dengue é uma doença infecciosa causada por um arbovírus (existem quatro tipos diferentes de vírus do dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4) mantendo-se na natureza pela multiplicação em mosquitos hematófagos do gênero Aedes. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. Evolui como uma doença febril aguda, que pode apresentar um amplo espectro clínico: enquanto a maioria dos pacientes se recuperam, uma pequena parte progride para doença grave.

INDICAÇÃO

Indivíduos de 9 a 45 anos de idade.

ESQUEMA VACINAL

3 doses – 0,6 e 12 meses.

POSSÍVEIS REAÇÕES

Cefaléia, mialgia, astenia, febre , dor, calor e rubor no local de aplicação.

CONTRA INDICAÇÕES

São alérgicas (hipersensíveis) aos princípios ativos ou qualquer outro ingrediente de Dengvaxia®;

Têm um sistema imunológico enfraquecido, por exemplo, devido a um problema genético, infecção por HIV ou terapias que afetam o sistema imunológico (por exemplo, altas doses de corticosteroides, quimioterapia ou radioterapia). As condições que podem afetar o sistema imune incluem Leucemia, Linfoma ou outra doença Neoplásica maligna que afete a Medula Óssea ou Sistema Linfático;

Estão grávidas;

Estão amamentando;

Tratamento imunossupressor (20mg ou 2mg/kg de peso corpóreo de prednisona ou equivalente por 2 semanas ou mais;

Está recebendo tratamento com imunoglobulinas ou produtos hemoderivados contendo imunoglobulinas, tais como sangue ou plasma, aguardar 3 meses.

A vacina deve ser adiada na vigência de quadros febris ou doença aguda moderada ou grave.

Esta vacina também confere proteção contra Tétano, Difteria e Coqueluche, como forma de reforço para adolescentes e adultos e, especialmente, para as gestantes.

Esquema vacinal:

Crianças a partir de 10 anos de idade e adultos não vacinados com DTP, DTPa ou DT ou com histórico vacinal desconhecido: três doses com intervalo de dois meses entre elas, sendo uma dose de dTpa e as seguintes com dT ou toxóide tetânico TT. A partir daí, reforços a cada 10 anos com dTpa.

Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema vacinal incompleto: completar o esquema com uma ou duas doses, sendo uma só dose com dTpa e as demais com dT ou TT. Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema primário de três doses completo: reforços de 10 em 10 anos com uma dose de dTpa.

Reações comuns após a vacina:

Febre, dor, calor, edema e vermelhidão no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

Calendário do adulto

Ao longo da vida, são três as oportunidades para imunizar o indivíduo e protegê-lo das doenças contra as quais já existem vacinas: durante a infância – rotina já inserida na cultura médica e da população -, durante a adolescência e na idade adulta. Nas duas últimas, é importante que o médico atualize o calendário de vacinação de seu paciente, verificando as vacinas não recebidas durante a infância (algumas vacinas ainda não existiam) e recomendando os reforços necessários.

Contudo, vários estudos apontam que a não prescrição médica destacou-se como o mais importante motivo que leva a população a não se vacinar. No Brasil, apesar do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Imunizações definirem as recomendações de vacinação para o adulto, a vacinação dessa faixa etária ainda está longe de ser realidade. Na grande maioria das vezes, a análise do estado vacinal do paciente não é realizada, muito menos a indicação de vacinação.

A febre Amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus da família Flaviviridae. A transmissão se dá pela picada de mosquitos infectados. Uma pessoa não pode transmitir febre amarela para outra.

O período máximo de incubação descrito é de 15 dias, mas em geral de 3 a 6 dias. Seis dias, inclusive, é o período de quarentena que indivíduos não vacinados devem permanecer quando viajam para países onde a vacina é exigida, segundo o Regulamento Sanitário Internacional. A suscetibilidade à doença é universal e a infecção natural promove resposta imune duradoura, provavelmente até o fim da vida.

Esquema vacinal:

A partir de 9 meses com dose única a cada 10 anos. A partir de 2016, segundo a OMS, não necessitará mais de reforço de 10 em 10 anos. Apenas uma dose da vacina contra a febre amarela será valida por toda vida.

Observações adicionais:

A vacina é indicada para habitantes de areas endêmicas de febre amarela e para as pessoas que vão viajar ou mudar-se para essas regiões. Assim como, para atender às exigências de determinadas viagens internacionais.

Vacina contra-indicada para imunodeprimidos e gestantes, exceto quando os riscos de adquirir a doença superem os riscos potenciais da vacinação.

Atenção!

Vacinar pelo menos 10 dias antes da viagem.

Contraindicações e precauções

Crianças abaixo de 6 meses de idade.

Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório.

Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.

Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.

Mulheres amamentando crianças abaixo de 6 meses de idade. Se a vacinação não puder ser adiada até o bebê completar 6 meses, a mãe deve realizar, antes da vacinação, a ordenha do leite e manter congelado por 28 dias, em freezer ou congelador, para uso durante 28 dias (no mínimo 15 dias), período em que há risco de transmitir o vírus vacinal pelo leite e contaminar o bebê.

Pacientes submetidos a transplante de órgãos.

Pacientes com câncer.

Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).

Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).

Em princípio há contraindicação para gestantes, mas a administração deve ser analisada de acordo com o grau de risco, por exemplo, na vigência de surtos. A vacinação de indivíduos a partir de 60 anos deve ser evitada, a menos que haja alto risco de infecção.

Via de Administração: SubCutânea

A Hepatite A é uma inflamação do fígado, comprometendo sua função. Sua transmissão ocorre por via fecal-oral. O vírus pode ser disseminado pelas mãos de pessoas infectadas, por contato direto, pela manipulação de objetos contaminados e especialmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados. A vacina contra Hepatite A é indicada para crianças a partir de um ano, adolescentes e adultos.

QUEM TEVE A DOENÇA NÃO PRECISA TOMAR A VACINA

Esquema vacinal:

Pediátrico:

1 a 18 anos 0,5ml

Adulto:

A partir de 19 anos -1 ml

Esquema:

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas.

Via de Administração: Intramusuclar

A Hepatite B é uma doença viral grave e altamente contagiosa que atinge o fígado, podendo causar além de diversas formas de hepatite, câncer de fígado e cirrose. A transmissão do vírus da hepatite B ocorre por diversas formas: via sexual, contato com sangue e outros líquidos corporais, transmissão da mãe para o bebê durante a gravidez, etc.

Esquema vacinal:

1ª dose ao nascer, de preferência ainda na maternidade, nas 12 primeiras horas de vida;

2ª dose com 2 meses após a 1ª;

3ª dose após 6 meses da 1ª dose.

A partir de 19 anos

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Dor, calor, vermelhidão, edema no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

Via de Administração: IM

O condiloma acuminado é uma lesão na região genital, causada pelo Papilomavirus Humano (HPV). A doença é também conhecida como crista de galo, figueira ou cavalo de crista. O HPV provoca verrugas, com aspecto de couve-flor e de tamanhos variáveis, nos órgãos genitais. Pode ainda estar relacionado ao aparecimento de alguns tipos de câncer (Os vírus de alto risco, com maior probabilidade de provocar lesões persistentes e estar associados a lesões pré-cancerosas são os tipos 16, 18, 31, 33, 45, 58 e outros. Já os HPV de tipo 6 e 11, encontrados na maioria das verrugas genitais), principalmente no colo do útero, mas também no pênis ou no ânus. Porém, nem todo caso de infecção pelo HPV irá causar câncer. Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos (que poderão ser detectados no organismo), mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus. Indivíduos mesmo que previamente infectados podem fazer a vacina, homens e mulheres com idade fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacina, ficando a critério do médico.

A vacina para HPV é contra indicada para gestantes.

Existem 02 vacinas disponíveis para prevenção do HPV:

A vacina quadrivalente, que protege contra os sorotipos 6, 11, 16 e 18 responsáveis pelo aparecimento de verrugas genitais e câncer do colo do útero, vagina, vulva boca e ânus.

É recomendada para homens e mulheres entre 9 a 45 anos de idade.

Esquema vacinal:

1ª dose a data que escolher;

2ª dose 2 meses a pós a 1ª;

3ª dose 6 meses após a 1ª dose.


E a vacina bivalente, que imuniza para os sorotipos 16 e 18, causadores câncer do colo do útero, vagina, vulva, boca e ânus.

É recomendada para mulheres a partir dos 9 anos e sem idade limite.

Esquema vacinal:

1ª dose a data que escolher;

2ª dose 1 meses a pós a 1ª;

3ª dose 6 meses após a 1ª dose.

Possíveis reações:

Dor, vermelhidão e inchaço no local da aplicação.

A gripe é uma doença viral com sintomas mais fortes do que o resfriado, como, febre alta, dores no corpo e nas articulações, falta de apetite, dor de cabeça, tosse seca, nariz obstruído, cansaço extremo e espirros. Desde que disponível, a vacina influenza Quadrivalente é preferível à vacina influenza Trivalente por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina Quadri, utilizar a vacina Tri.

Atenção!

A melhor época para se vacinar é de março até junho, antes do inverno.

Esquema vacinal:

A vacina pode ser feita a partir de 6 meses e deve ser repetida anualmente. As crianças até 8 anos 11 meses e 29 dias que estão se vacinando pela 1ª vez contra gripe devem tomar 2ª dose após 1 mês e depois só anualmente.

Possíveis reações:

Dor local.

Contraindicação:

Alergia a gentamicina, formaldeído

Via de Administração: Intramuscular

Vacina que protege contra infecções graves causadas pelos meningococos tipo A, C, W e Y.

Esquema vacinal:

A vacina meningocócica ACWY conjugada (comercialmente chamada MENVEO) está licenciada no Brasil para uso a partir de 2 meses de idade.

A vacina meningocócica ACWY (comercialmente chamada de NIMERIX) está licenciada a partir de 12 meses de idade.

No 1° ano de vida: 3 doses para os lactentes que iniciam a vacinação entre 2, 4 e 6 meses de idade, com intrervalos pelo menos de 60 dias, e uma quarta dose no segundo ano de vida, entre 12 e 15 meses.

Para aqueles entre 7 e 23 meses de idade não vacinados previamente, o esquema vacinal são 02 doses, com a segunda dose administrada a partir dos 12 meses de idade e com 60 dias de intervalo entre uma e outra dose. A recomendação de reforço com 5 a 6 anos depois e na adolescência (a partir dos 11 anos de idade).

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas. Mais raramente podem ocasionar cefaléia e tontura.

Via de Administração: Intramuscular

Sarampo

É uma doença viral infecto-contagiosa transmitida por via respiratória. Apesar de controlada no Brasil esta doença ainda é uma das causas mais freqüentes de óbitos em crianças em países onde a vacinação não é satisfatória. A relevância da doença é maior quando atinge mães em períodos de amamentação, crianças desnutridas e adultos. O tratamento não é específico para o sarampo e sim para os seus sintomas.

Caxumba

Também chamada de papeira ou parotidite é uma infecção viral das glândulas salivares, sublinguais ou submandibulares que se caracteriza por febre, dor e inchação das glândulas da região lateral do pescoço.

Rubéola

É uma doença infecciosa imunoprevinível de transmissão respiratória que se caracteriza por febre, manchas avermelhadas entre outros sinais e sintomas. Durante a gravidez, a infecção pelo vírus da rubéola pode resultar em consequências para o feto e RN como aborto, parto prematuro ou mal-formações congênitas.

Esquema vacinal:

1ª dose com 1 ano;

2ª dose de 4 a 6 anos.

Possíveis reações:

Febre a partir do 5° dia e pode perdurar por 02 ou 03 dias e o aparecimento de manchas vermelhas em pequena quantidade ocorrendo de 5 a 20 dias após a vacinação.

Sarampo

A varicela é uma doença infecciosa cujo sintoma característico é o aparecimento de pequenas bolhas que apresentam prurido importante, febre e sintomas gerais como náuseas e vômitos. A maioria das crianças tem entre 250 e 500 lesões, podendo chegar a 2000. Estas lesões formam crostas e permanecem por 1 a 2 semanas. Na criança saudável, a varicela é geralmente uma doença benigna, entretanto, podem ocorrer complicações infecciosas secundárias da pele e formas graves da doença. A vacina contra varicela pode ser administrada em crianças a partir de 1 ano, adolescentes e adultos que não tiveram a doença.

Esquema vacinal em crianças:

1ª dose com 1 ano;

2ª dose aos 15 meses;

Esquema vacinal em Adultos:

Duas doses. A 2° dose com 60 dias após a primeira.

Possíveis reações:

Dor local, Febre e bolhas em pequenas quantidades do 5° ao 20° dia após a vacinação.

Vacina que protege contra infecções graves causadas pelo meningococos B. É uma doença aguda, de progressão rápida, ou até mesmo fulminante, com elevada taxa de letalidade e frequente ocorrência de complicações e sequelas.

Esquema vacinal em crianças:

Crianças menores de 6 meses - 3,5 e 7 meses de idade e um reforço entre 12 a 15 meses.

Crianças acima de 1 ano e adultos até 50 anos: 02 doses com intervalo de 60 dias entre elas.

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas. Ocasionalmente pode provocar cefaléia e tontura.

Contra indicações:

Indivíduos com trombocitopenia;

Distúrbio de coagulação;

Imunocomprometidos;

Alergia ao látex

ATENÇÃO: Contém Sacarose

Via de Administração: Intramuscular

A Dengue é uma doença infecciosa causada por um arbovírus (existem quatro tipos diferentes de vírus do dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4) mantendo-se na natureza pela multiplicação em mosquitos hematófagos do gênero Aedes. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. Evolui como uma doença febril aguda, que pode apresentar um amplo espectro clínico: enquanto a maioria dos pacientes se recuperam, uma pequena parte progride para doença grave.

INDICAÇÃO

Indivíduos de 9 a 45 anos de idade.

ESQUEMA VACINAL

3 doses – 0,6 e 12 meses.

POSSÍVEIS REAÇÕES

Cefaléia, mialgia, astenia, febre , dor, calor e rubor no local de aplicação.

CONTRA INDICAÇÕES

São alérgicas (hipersensíveis) aos princípios ativos ou qualquer outro ingrediente de Dengvaxia®;

Têm um sistema imunológico enfraquecido, por exemplo, devido a um problema genético, infecção por HIV ou terapias que afetam o sistema imunológico (por exemplo, altas doses de corticosteroides, quimioterapia ou radioterapia). As condições que podem afetar o sistema imune incluem Leucemia, Linfoma ou outra doença Neoplásica maligna que afete a Medula Óssea ou Sistema Linfático;

Estão grávidas;

Estão amamentando;

Tratamento imunossupressor (20mg ou 2mg/kg de peso corpóreo de prednisona ou equivalente por 2 semanas ou mais;

Está recebendo tratamento com imunoglobulinas ou produtos hemoderivados contendo imunoglobulinas, tais como sangue ou plasma, aguardar 3 meses.

A vacina deve ser adiada na vigência de quadros febris ou doença aguda moderada ou grave.

Esta vacina também confere proteção contra Tétano, Difteria e Coqueluche, como forma de reforço para adolescentes e adultos e, especialmente, para as gestantes.

Esquema vacinal:

Crianças a partir de 10 anos de idade e adultos não vacinados com DTP, DTPa ou DT ou com histórico vacinal desconhecido: três doses com intervalo de dois meses entre elas, sendo uma dose de dTpa e as seguintes com dT ou toxóide tetânico TT. A partir daí, reforços a cada 10 anos com dTpa.

Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema vacinal incompleto: completar o esquema com uma ou duas doses, sendo uma só dose com dTpa e as demais com dT ou TT. Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema primário de três doses completo: reforços de 10 em 10 anos com uma dose de dTpa.

Reações comuns após a vacina:

Febre, dor, calor, edema e vermelhidão no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

A vacina anti-pneumocócica conjugada protege contra doenças pneumocócicas causadas peloStreptococcus pneumoniae ou pneumococo. Esta bactéria é uma das principais causas de doenças importantes como: Meningite, pneumonia, septicemia, otite média e sinusite. Qualquer pessoa pode contrair as doenças pneumocócicas em qualquer idade.

A vacina anti-pneumocócica 13 valente, conhecida também como Prevenar oferece maior cobertura contra doenças pneumocócicas invasivas, que inclui bacteremia (infecção da corrente sanguinea), meningite, pneumonia, otite. Alem de ter os sete sorotipos da Prevenar antiga (4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F e 23F), até então a única disponível no mercado, também protege contra outros seis (1,3,5,6A, 7F E 19A).

Atenção!

Crianças que fizeram esquema completo com a Prevenar 7v, recomenda-se uma quinta dose com a Prevenar 13V.

Esquema vacinal:

1ª dose aos 2 meses.

2ª dose aos 4 meses.

3ª dose aos 6 meses.

1° reforço aos 15 meses.

Se a criança começar a fazer a 1ª dose entre 7 e 11 meses, faz-se 3 doses com intervalo de 2 meses.

Se a criança começar a fazer a 1ª dose entre 12 e 23 meses, faz-se 2 doses com intervalo de 2 meses.

Se a criança fizer a 1ª dose com mais de 2 anos é dose única.


Entre 19 e 64 anos:

0(p13) – 6m(p23) – 5anos (p23)

Se começou com pneumocócica 23 faz:

0(p23) – 1ano(p13) – 6m(p23)

A partir de 65 anos:

0(p13) – 6m(p23) sem reforço

0(p23) – 1ano(p13) sem reforço

Reações comuns após a vacina:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas.

Atenção!

O risco de se adquirir a doença é maior em menores de 2 anos de idade.

Orientação:

Revacinar após 5 anos se houver queda nos níveis de anticorpos;

Adiar vacina se tiver em uso de corticoide por mais de 7 dias.

O herpes-zóster, comumente conhecido como “cobreiro”, é decorrente do vírus da varicela (vírus varicela-zóster – VVZ) que, na infecção primária, causa a catapora (varicela). Após infecção inicial, o vírus permanece latente na raiz nervosa até reativação, causando o herpes-zóster.

A doença pode estar associada a complicações sérias, como Neuralgia pós-herpética (uma condição dolorosa que afeta as fibras nervosas e a pele), superinfecção bacteriana, paralisia neuronal motora, pneumonia, encefalite, comprometimento visual e perda de audição.

Todos que tiveram varicela (catapora) podem desenvolver Herpes-zóster, quando houver queda da imunidade.

O principal fator de rico para a doença Herpes-zóster é o envelhecimento, momento em que acontece um declínio progressivo da função imune. Assim, após os 50 anos, 1 a cada 3 pessoas terá Herpes-Zóster, e após 85 anos, 50% terá desenvolvido a doença.

Indicações

Prevenção do Herpes Zóster;

Prevenção da Neuralgia pós-herpética (NPH);

Redução da dor Aguda e crônica associada ao Zóster.

Esquema Vacinal

A partir dos 50 anos de idade. Dose única

ContraIndicações

Hipersensibilidade a qualquer componente da vacina.

Alergia a neomicina e gelatina.

Imunodeficiência temporária ou permanente como AIDS, Câncer, durante a quimioterapia e tratamentos imunossupressores ( corticoide em altas doses).

A imunodepressão fisiológica do idoso, não é contra indicado.

Tuberculose não tratada

Gestantes

Observações Importantes:

Recomenda-se que a vacina contra Herpes Zóster não seja administrada concomitantemente com a vacina Pneumocócica pela possível redução de sua eficácia.

Interromper o uso de antivirais (aciclovir) 24 horas antes da vacinação e mais 14 dias após sua aplicação.

ACIP recomenda vacina 15 a 30 dias antes de quimioterapia ou 3 meses após.

Se teve a doença, aguardar 1 ano para fazer a vacina.

Possíveis Reações Adversas

Eritema.

Dor/Sensibilidade.

Edema.

Hematoma.

Prurido e calor no local de aplicação da vacina.

Calendário da gestante

O calendário de Vacinação da Gestante foi elaborado de modo a contemplar as recomendações especiais para a mulher neste período da vida e protegê-la das doenças infecciosas, bem como a seus bebês.

Durante a gravidez, o sistema imunológico da gestante é alterado, deixando a mulher mais suscetível a doenças infecciosas e suas complicações. A vacinação oferece a prevenção das complicações por doenças infecciosas durante a gravidez: a prevenção de aborto, parto prematuro, malformações no feto ou a morte fetal ou neonatal em decorrência de doenças como rubéola, hepatite A e outras.

Outro fator fundamental sobre a vacinação de gestantes é que, durante a gestação, acontecerá a transferência de anticorpos maternos pela placenta e, posteriormente, pelo leite materno. Dessa forma, o bebê estará protegido durante os primeiros meses de vida (enquanto ele ainda não obteve proteção a partir das vacinas que ele tomará), de doenças que podem ser transmitidas pelas pessoas que convivem com ele, como a coqueluche e a influenza.

Consulte seu obstetra, proteja-se e proteja seu bebê!

Esta vacina também confere proteção contra Tétano, Difteria e Coqueluche, como forma de reforço para adolescentes e adultos e, especialmente, para as gestantes.

Esquema vacinal:

Crianças a partir de 10 anos de idade e adultos não vacinados com DTP, DTPa ou DT ou com histórico vacinal desconhecido: três doses com intervalo de dois meses entre elas, sendo uma dose de dTpa e as seguintes com dT ou toxóide tetânico TT. A partir daí, reforços a cada 10 anos com dTpa.

Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema vacinal incompleto: completar o esquema com uma ou duas doses, sendo uma só dose com dTpa e as demais com dT ou TT. Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema primário de três doses completo: reforços de 10 em 10 anos com uma dose de dTpa.

Reações comuns após a vacina:

Febre, dor, calor, edema e vermelhidão no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

A Hepatite A é uma inflamação do fígado, comprometendo sua função. Sua transmissão ocorre por via fecal-oral. O vírus pode ser disseminado pelas mãos de pessoas infectadas, por contato direto, pela manipulação de objetos contaminados e especialmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados. A vacina contra Hepatite A é indicada para crianças a partir de um ano, adolescentes e adultos.

QUEM TEVE A DOENÇA NÃO PRECISA TOMAR A VACINA

Esquema vacinal:

Pediátrico:

1 a 18 anos 0,5ml

Adulto:

A partir de 19 anos -1 ml

Esquema:

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas.

Via de Administração: Intramusuclar

A Hepatite B é uma doença viral grave e altamente contagiosa que atinge o fígado, podendo causar além de diversas formas de hepatite, câncer de fígado e cirrose. A transmissão do vírus da hepatite B ocorre por diversas formas: via sexual, contato com sangue e outros líquidos corporais, transmissão da mãe para o bebê durante a gravidez, etc.

Esquema vacinal:

1ª dose ao nascer, de preferência ainda na maternidade, nas 12 primeiras horas de vida;

2ª dose com 2 meses após a 1ª;

3ª dose após 6 meses da 1ª dose.

A partir de 19 anos

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Dor, calor, vermelhidão, edema no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

Via de Administração: IM

A gripe é uma doença viral com sintomas mais fortes do que o resfriado, como, febre alta, dores no corpo e nas articulações, falta de apetite, dor de cabeça, tosse seca, nariz obstruído, cansaço extremo e espirros. Desde que disponível, a vacina influenza Quadrivalente é preferível à vacina influenza Trivalente por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina Quadri, utilizar a vacina Tri.

Atenção!

A melhor época para se vacinar é de março até junho, antes do inverno.

Esquema vacinal:

A vacina pode ser feita a partir de 6 meses e deve ser repetida anualmente. As crianças até 8 anos 11 meses e 29 dias que estão se vacinando pela 1ª vez contra gripe devem tomar 2ª dose após 1 mês e depois só anualmente.

Possíveis reações:

Dor local.

Contraindicação:

Alergia a gentamicina, formaldeído

Via de Administração: Intramuscular

Vacina que protege contra infecções graves causadas pelos meningococos tipo A, C, W e Y.

Esquema vacinal:

A vacina meningocócica ACWY conjugada (comercialmente chamada MENVEO) está licenciada no Brasil para uso a partir de 2 meses de idade.

A vacina meningocócica ACWY (comercialmente chamada de NIMERIX) está licenciada a partir de 12 meses de idade.

No 1° ano de vida: 3 doses para os lactentes que iniciam a vacinação entre 2, 4 e 6 meses de idade, com intrervalos pelo menos de 60 dias, e uma quarta dose no segundo ano de vida, entre 12 e 15 meses.

Para aqueles entre 7 e 23 meses de idade não vacinados previamente, o esquema vacinal são 02 doses, com a segunda dose administrada a partir dos 12 meses de idade e com 60 dias de intervalo entre uma e outra dose. A recomendação de reforço com 5 a 6 anos depois e na adolescência (a partir dos 11 anos de idade).

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas. Mais raramente podem ocasionar cefaléia e tontura.

Via de Administração: Intramuscular

Vacina que protege contra infecções graves causadas pelo meningococos B. É uma doença aguda, de progressão rápida, ou até mesmo fulminante, com elevada taxa de letalidade e frequente ocorrência de complicações e sequelas.

Esquema vacinal em crianças:

Crianças menores de 6 meses - 3,5 e 7 meses de idade e um reforço entre 12 a 15 meses.

Crianças acima de 1 ano e adultos até 50 anos: 02 doses com intervalo de 60 dias entre elas.

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas. Ocasionalmente pode provocar cefaléia e tontura.

Contra indicações:

Indivíduos com trombocitopenia;

Distúrbio de coagulação;

Imunocomprometidos;

Alergia ao látex

ATENÇÃO: Contém Sacarose

Via de Administração: Intramuscular

A vacina anti-pneumocócica conjugada protege contra doenças pneumocócicas causadas peloStreptococcus pneumoniae ou pneumococo. Esta bactéria é uma das principais causas de doenças importantes como: Meningite, pneumonia, septicemia, otite média e sinusite. Qualquer pessoa pode contrair as doenças pneumocócicas em qualquer idade.

A vacina anti-pneumocócica 13 valente, conhecida também como Prevenar oferece maior cobertura contra doenças pneumocócicas invasivas, que inclui bacteremia (infecção da corrente sanguinea), meningite, pneumonia, otite. Alem de ter os sete sorotipos da Prevenar antiga (4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F e 23F), até então a única disponível no mercado, também protege contra outros seis (1,3,5,6A, 7F E 19A).

Atenção!

Crianças que fizeram esquema completo com a Prevenar 7v, recomenda-se uma quinta dose com a Prevenar 13V.

Esquema vacinal:

1ª dose aos 2 meses.

2ª dose aos 4 meses.

3ª dose aos 6 meses.

1° reforço aos 15 meses.

Se a criança começar a fazer a 1ª dose entre 7 e 11 meses, faz-se 3 doses com intervalo de 2 meses.

Se a criança começar a fazer a 1ª dose entre 12 e 23 meses, faz-se 2 doses com intervalo de 2 meses.

Se a criança fizer a 1ª dose com mais de 2 anos é dose única.


Entre 19 e 64 anos:

0(p13) – 6m(p23) – 5anos (p23)

Se começou com pneumocócica 23 faz:

0(p23) – 1ano(p13) – 6m(p23)

A partir de 65 anos:

0(p13) – 6m(p23) sem reforço

0(p23) – 1ano(p13) sem reforço

Reações comuns após a vacina:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas.

Atenção!

O risco de se adquirir a doença é maior em menores de 2 anos de idade.

Orientação:

Revacinar após 5 anos se houver queda nos níveis de anticorpos;

Adiar vacina se tiver em uso de corticoide por mais de 7 dias.

Calendário do idoso

É comum, na terceira idade, que o arsenal de defesa do nosso organismo apresente dificuldades em realizar sua tarefa. Além disso, há doenças que ocorrem com mais frequência nesse período da vida, favorecendo infecções nesses indivíduos, que tendem a adotar formas mais graves e a causar complicações além de suas doenças de base. Muitas dessas doenças infecciosas são possíveis de serem evitadas através de vacinação.

Esta vacina também confere proteção contra Tétano, Difteria e Coqueluche, como forma de reforço para adolescentes e adultos e, especialmente, para as gestantes.

Esquema vacinal:

Crianças a partir de 10 anos de idade e adultos não vacinados com DTP, DTPa ou DT ou com histórico vacinal desconhecido: três doses com intervalo de dois meses entre elas, sendo uma dose de dTpa e as seguintes com dT ou toxóide tetânico TT. A partir daí, reforços a cada 10 anos com dTpa.

Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema vacinal incompleto: completar o esquema com uma ou duas doses, sendo uma só dose com dTpa e as demais com dT ou TT. Crianças a partir de 10 anos e adultos com esquema primário de três doses completo: reforços de 10 em 10 anos com uma dose de dTpa.

Reações comuns após a vacina:

Febre, dor, calor, edema e vermelhidão no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

A Hepatite A é uma inflamação do fígado, comprometendo sua função. Sua transmissão ocorre por via fecal-oral. O vírus pode ser disseminado pelas mãos de pessoas infectadas, por contato direto, pela manipulação de objetos contaminados e especialmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados. A vacina contra Hepatite A é indicada para crianças a partir de um ano, adolescentes e adultos.

QUEM TEVE A DOENÇA NÃO PRECISA TOMAR A VACINA

Esquema vacinal:

Pediátrico:

1 a 18 anos 0,5ml

Adulto:

A partir de 19 anos -1 ml

Esquema:

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas.

Via de Administração: Intramusuclar

A Hepatite B é uma doença viral grave e altamente contagiosa que atinge o fígado, podendo causar além de diversas formas de hepatite, câncer de fígado e cirrose. A transmissão do vírus da hepatite B ocorre por diversas formas: via sexual, contato com sangue e outros líquidos corporais, transmissão da mãe para o bebê durante a gravidez, etc.

Esquema vacinal:

1ª dose ao nascer, de preferência ainda na maternidade, nas 12 primeiras horas de vida;

2ª dose com 2 meses após a 1ª;

3ª dose após 6 meses da 1ª dose.

A partir de 19 anos

1ª dose - hoje

2ª dose entre 6 e 12m após

A 2ª dose pode tomar até 5 anos

Possíveis reações:

Dor, calor, vermelhidão, edema no local da aplicação de 24 a 72 horas após vacinação.

Via de Administração: IM

A gripe é uma doença viral com sintomas mais fortes do que o resfriado, como, febre alta, dores no corpo e nas articulações, falta de apetite, dor de cabeça, tosse seca, nariz obstruído, cansaço extremo e espirros. Desde que disponível, a vacina influenza Quadrivalente é preferível à vacina influenza Trivalente por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina Quadri, utilizar a vacina Tri.

Atenção!

A melhor época para se vacinar é de março até junho, antes do inverno.

Esquema vacinal:

A vacina pode ser feita a partir de 6 meses e deve ser repetida anualmente. As crianças até 8 anos 11 meses e 29 dias que estão se vacinando pela 1ª vez contra gripe devem tomar 2ª dose após 1 mês e depois só anualmente.

Possíveis reações:

Dor local.

Contraindicação:

Alergia a gentamicina, formaldeído

Via de Administração: Intramuscular

Vacina que protege contra infecções graves causadas pelos meningococos tipo A, C, W e Y.

Esquema vacinal:

A vacina meningocócica ACWY conjugada (comercialmente chamada MENVEO) está licenciada no Brasil para uso a partir de 2 meses de idade.

A vacina meningocócica ACWY (comercialmente chamada de NIMERIX) está licenciada a partir de 12 meses de idade.

No 1° ano de vida: 3 doses para os lactentes que iniciam a vacinação entre 2, 4 e 6 meses de idade, com intrervalos pelo menos de 60 dias, e uma quarta dose no segundo ano de vida, entre 12 e 15 meses.

Para aqueles entre 7 e 23 meses de idade não vacinados previamente, o esquema vacinal são 02 doses, com a segunda dose administrada a partir dos 12 meses de idade e com 60 dias de intervalo entre uma e outra dose. A recomendação de reforço com 5 a 6 anos depois e na adolescência (a partir dos 11 anos de idade).

Possíveis reações:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas. Mais raramente podem ocasionar cefaléia e tontura.

Via de Administração: Intramuscular

A vacina anti-pneumocócica conjugada protege contra doenças pneumocócicas causadas peloStreptococcus pneumoniae ou pneumococo. Esta bactéria é uma das principais causas de doenças importantes como: Meningite, pneumonia, septicemia, otite média e sinusite. Qualquer pessoa pode contrair as doenças pneumocócicas em qualquer idade.

A vacina anti-pneumocócica 13 valente, conhecida também como Prevenar oferece maior cobertura contra doenças pneumocócicas invasivas, que inclui bacteremia (infecção da corrente sanguinea), meningite, pneumonia, otite. Alem de ter os sete sorotipos da Prevenar antiga (4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F e 23F), até então a única disponível no mercado, também protege contra outros seis (1,3,5,6A, 7F E 19A).

Atenção!

Crianças que fizeram esquema completo com a Prevenar 7v, recomenda-se uma quinta dose com a Prevenar 13V.

Esquema vacinal:

1ª dose aos 2 meses.

2ª dose aos 4 meses.

3ª dose aos 6 meses.

1° reforço aos 15 meses.

Se a criança começar a fazer a 1ª dose entre 7 e 11 meses, faz-se 3 doses com intervalo de 2 meses.

Se a criança começar a fazer a 1ª dose entre 12 e 23 meses, faz-se 2 doses com intervalo de 2 meses.

Se a criança fizer a 1ª dose com mais de 2 anos é dose única.


Entre 19 e 64 anos:

0(p13) – 6m(p23) – 5anos (p23)

Se começou com pneumocócica 23 faz:

0(p23) – 1ano(p13) – 6m(p23)

A partir de 65 anos:

0(p13) – 6m(p23) sem reforço

0(p23) – 1ano(p13) sem reforço

Reações comuns após a vacina:

Febre, irritação, dor e vermelhidão no local nas primeiras 24 a 72 horas.

Atenção!

O risco de se adquirir a doença é maior em menores de 2 anos de idade.

Orientação:

Revacinar após 5 anos se houver queda nos níveis de anticorpos;

Adiar vacina se tiver em uso de corticoide por mais de 7 dias.

O herpes-zóster, comumente conhecido como “cobreiro”, é decorrente do vírus da varicela (vírus varicela-zóster – VVZ) que, na infecção primária, causa a catapora (varicela). Após infecção inicial, o vírus permanece latente na raiz nervosa até reativação, causando o herpes-zóster.

A doença pode estar associada a complicações sérias, como Neuralgia pós-herpética (uma condição dolorosa que afeta as fibras nervosas e a pele), superinfecção bacteriana, paralisia neuronal motora, pneumonia, encefalite, comprometimento visual e perda de audição.

Todos que tiveram varicela (catapora) podem desenvolver Herpes-zóster, quando houver queda da imunidade.

O principal fator de rico para a doença Herpes-zóster é o envelhecimento, momento em que acontece um declínio progressivo da função imune. Assim, após os 50 anos, 1 a cada 3 pessoas terá Herpes-Zóster, e após 85 anos, 50% terá desenvolvido a doença.

Indicações

Prevenção do Herpes Zóster;

Prevenção da Neuralgia pós-herpética (NPH);

Redução da dor Aguda e crônica associada ao Zóster.

Esquema Vacinal

A partir dos 50 anos de idade. Dose única

ContraIndicações

Hipersensibilidade a qualquer componente da vacina.

Alergia a neomicina e gelatina.

Imunodeficiência temporária ou permanente como AIDS, Câncer, durante a quimioterapia e tratamentos imunossupressores ( corticoide em altas doses).

A imunodepressão fisiológica do idoso, não é contra indicado.

Tuberculose não tratada

Gestantes

Observações Importantes:

Recomenda-se que a vacina contra Herpes Zóster não seja administrada concomitantemente com a vacina Pneumocócica pela possível redução de sua eficácia.

Interromper o uso de antivirais (aciclovir) 24 horas antes da vacinação e mais 14 dias após sua aplicação.

ACIP recomenda vacina 15 a 30 dias antes de quimioterapia ou 3 meses após.

Se teve a doença, aguardar 1 ano para fazer a vacina.

Possíveis Reações Adversas

Eritema.

Dor/Sensibilidade.

Edema.

Hematoma.

Prurido e calor no local de aplicação da vacina.

Sarampo

É uma doença viral infecto-contagiosa transmitida por via respiratória. Apesar de controlada no Brasil esta doença ainda é uma das causas mais freqüentes de óbitos em crianças em países onde a vacinação não é satisfatória. A relevância da doença é maior quando atinge mães em períodos de amamentação, crianças desnutridas e adultos. O tratamento não é específico para o sarampo e sim para os seus sintomas.

Caxumba

Também chamada de papeira ou parotidite é uma infecção viral das glândulas salivares, sublinguais ou submandibulares que se caracteriza por febre, dor e inchação das glândulas da região lateral do pescoço.

Rubéola

É uma doença infecciosa imunoprevinível de transmissão respiratória que se caracteriza por febre, manchas avermelhadas entre outros sinais e sintomas. Durante a gravidez, a infecção pelo vírus da rubéola pode resultar em consequências para o feto e RN como aborto, parto prematuro ou mal-formações congênitas.

Esquema vacinal:

1ª dose com 1 ano;

2ª dose de 4 a 6 anos.

Possíveis reações:

Febre a partir do 5° dia e pode perdurar por 02 ou 03 dias e o aparecimento de manchas vermelhas em pequena quantidade ocorrendo de 5 a 20 dias após a vacinação.

A febre Amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus da família Flaviviridae. A transmissão se dá pela picada de mosquitos infectados. Uma pessoa não pode transmitir febre amarela para outra.

O período máximo de incubação descrito é de 15 dias, mas em geral de 3 a 6 dias. Seis dias, inclusive, é o período de quarentena que indivíduos não vacinados devem permanecer quando viajam para países onde a vacina é exigida, segundo o Regulamento Sanitário Internacional. A suscetibilidade à doença é universal e a infecção natural promove resposta imune duradoura, provavelmente até o fim da vida.

Esquema vacinal:

A partir de 9 meses com dose única a cada 10 anos. A partir de 2016, segundo a OMS, não necessitará mais de reforço de 10 em 10 anos. Apenas uma dose da vacina contra a febre amarela será valida por toda vida.

Observações adicionais:

A vacina é indicada para habitantes de areas endêmicas de febre amarela e para as pessoas que vão viajar ou mudar-se para essas regiões. Assim como, para atender às exigências de determinadas viagens internacionais.

Vacina contra-indicada para imunodeprimidos e gestantes, exceto quando os riscos de adquirir a doença superem os riscos potenciais da vacinação.

Atenção!

Vacinar pelo menos 10 dias antes da viagem.

Contraindicações e precauções

Crianças abaixo de 6 meses de idade.

Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório.

Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.

Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.

Mulheres amamentando crianças abaixo de 6 meses de idade. Se a vacinação não puder ser adiada até o bebê completar 6 meses, a mãe deve realizar, antes da vacinação, a ordenha do leite e manter congelado por 28 dias, em freezer ou congelador, para uso durante 28 dias (no mínimo 15 dias), período em que há risco de transmitir o vírus vacinal pelo leite e contaminar o bebê.

Pacientes submetidos a transplante de órgãos.

Pacientes com câncer.

Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).

Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).

Em princípio há contraindicação para gestantes, mas a administração deve ser analisada de acordo com o grau de risco, por exemplo, na vigência de surtos. A vacinação de indivíduos a partir de 60 anos deve ser evitada, a menos que haja alto risco de infecção.

Via de Administração: SubCutânea

Calendário do viajante

O mundo se transformou em uma grande aldeia sem fronteiras: estamos conectados pelo espaço de uma viagem de avião. Os casos de sarampo na Europa, por exemplo, ameaçam o controle da doença no Brasil.

Para que você tenha uma ótima viagem, no Brasil e no exterior, consulte dicas práticas e informações essenciais que vão ajudar a proteger a sua saúde e tornar suas férias mais agradáveis e tranquilas.

Se você vai para o exterior, cada país tem as suas leis sanitárias e regras de vacinação e cuidados. Viajar exige planejamento, com sua saúde não é diferente. Prepare-se para trazer apenas lembranças boas das suas férias!


Newsletter
Cliníca Angelina Maia

Clínica Angelina Maia

Rua Viscondessa do Livramento, 100

Derby, Recife -PE

(81) 3221.2927 / 99437.3871
Vacinas: 99438.5520

@clinicaangelinamaia